Tecnologia , Informatica , Entreterimento , voce so encontra aki!!!

Wednesday, December 27, 2006

Video de preparo fisico

Esse ai tem preparo quem vai encarar? kkk

Tuesday, December 26, 2006

Homenagem dos Estudantes
















Com silêncio e lágrimas, Ásia lembra dois anos do tsunami
Por Ahmad Pathoni
ULEE LHEUE, Indonésia (Reuters) - Milhares de pessoas acenderam velas, visitaram valas comuns e fizeram dois minutos de silêncio na terça-feira, quando se completam dois anos do tsunami que pulverizou aldeias inteiras no litoral do oceano Índico, deixando cerca de 230 mil mortos ou desaparecidos.
Numa mesquita de Ulee Lheue, em Aceh, a Província Indonésia mais atingida pelo maremoto daquela ensolarada manhã de domingo, o imã Usman Dodi disse aos fiéis que o tsunami foi um alerta religioso.
"Por favor, perdoe as pessoas que nos deixaram por terem feito coisas erradas", rezou o clérigo muçulmano, voltando a um sermão que alguns líderes pregaram após o desastre, que matou 169 mil pessoas e deixou meio milhão de desabrigados no norte da ilha de Sumatra.
A mesquita de Ulee Lheue, à beira-mar, se tornou um símbolo da devastação provocada por um dos piores desastres naturais da história.
O prédio foi o único que restou em pé depois do tremor de magnitude 9,1 que rompeu o leito marinho, próximo ao extremo norte de Sumatra, desencadeando as ondas que atingiram dezenas de países banhados pelo Índico à velocidade de um trem.
GUERRA E PAZ
Ao contrário de Aceh, onde o desastre levou a um histórico acordo de paz numa insurgência que durava três décadas, a data passou despercebida em regiões do Sri Lanka controladas por rebeldes.
A retomada de uma guerra civil iniciada há duas décadas levou milhares de pessoas da etnia tâmil, inclusive sobreviventes do tsunami, a fugirem para outras casas e campos de refugiados pela segunda vez em dois anos.
"Não há muito a mostrar em termos de reconstrução. Não há muito a comemorar quando quase não se avançou nem uma polegada", disse uma autoridade ocidental envolvida na operação humanitária em Sri Lanka.
"O tsunami poderia ter significado uma guinada no conflito, caso ambas as partes concordassem em um pacto de compartilhamento da ajuda. Ao invés disso, (a ajuda) se tornou outro ponto de divisão."
No sul da ilha, onde a reconstrução está quase completa, sinos dobraram para marcar a data. Como em outros países atingidos, os cingaleses fizeram dois minutos de silêncio e acederam velas no horário da tragédia.
Em Keechankuppam, vila de pescadores no sul da Índia, onde mais de 600 pessoas morreram, as pessoas se reuniram para rezar num memorial construído na forma de botão de flor.
"EU DEVERIA TER MORRIDO"
"Elas estão em algum lugar aqui, vendo minhas lágrimas e estas flores, minha jovem mulher e minha filhinha", disse Ramachandran Velayudhan, 46, antes de explodir em pranto. "Eu não pude salvá-las, apesar de ter tentado tanto, e nunca me perdoarei por isso. Eu deveria ter morrido com elas."
Em Khao Lak, balneário onde morreram a maioria das 5.395 vítimas da Tailândia, estudantes e estrangeiros se reuniram perto de um barco-patrulha jogado para a praia há dois anos.
Na vizinha Bang Muang, monges budistas, padres e imãs fizeram uma cerimônia no Cemitério Anônimo, onde 409 vítimas não-identificadas foram sepultadas. O processo de identificação desses corpos continua, em meio a apelos dos Estados Unidos e de seis países europeus para que se acelere o trabalho e se investiguem as suspeitas de desvio de doações que serviriam para o trabalho de identificação.
Para que a tragédia não se repita, os países do Índico instalaram caríssimos sistemas de alerta e realizam treinamentos periódicos da população.
Na ilha turística indonésia de Bali, que não foi atingida pelo tsunami de 2004, cerca de 15 mil pessoas, a maioria estudantes, participaram de uma simulação de fuga. "Ah, é só correr para o mais longe que der", resumiu Made Arimbawa, aluno de uma escola primária.
Mas, para os sobreviventes do tsunami, o dia era de olhar para trás, não para se preocupar com o futuro.
Numa vala comum na região de Ulee Lheue, Muria Yahya, 68 anos, que perdeu dois filhos e cinco netos, rezava pela família, "para que eles recebam o lugar certo no além". Um gramado verde agora cobre a vala comum, onde há dois anos só havia terra revolvida.
(Com reportagem de Sanjeev Miglani em Colombo, Chaiwat Subprasom em Khao Lak, R. Bhagwan Singh em Chennai e Sanjib Kumar Roy em Port Blair)

Fonte: uol.com.br

Trangênicos




China Daily/Reuters
Dois porcos transgênicos, em Harbin, na China, recebem raios ultravioletas para mostrar a unha fluorescente

Fonte: uol.com.br

Saturday, December 23, 2006

MULHER FACIL























Dizem sim a tudo:
Estar sempre pronta e disposta para os homens pode se transformar no maior de seus erros. "Geralmente uma mulher fácil é aquele que diz sim a tudo, no sentido que se convidam para algum lugar, convido para tomar uma bebida... ela diz sim, convido para dançar, ela também aceita. Daí para conseguir um "algo mais" não passa de um mero detalhe. Em outras palavras, nós não gostamos que elas digam sim a tudo", diz Rodrigo, 33 anos.
Usam roupas muito sexy:
Está bem que as mulheres queiram mostrar os atributos que Deus (e às vezes o bisturi) proporcionou a elas. Porém, quando uma mini-saia se torna uma vestimenta constante eles podem interpretar mal. "Estas mulheres que andam sempre com a roupa bem curta, podem entrar nesta categoria (mulher fácil) numa primeira interpretação. Claro que muitas vezes, depois que as conhecemos, percebemos que são somente mulheres que gostam de se vestir desta forma. Mas a primeira impressão que me dá é essa", assinala Paulo, 28 anos.
Tomam atitudes mais "ousadas":
Para alguns homens, tudo está ligado à maneira que as mulheres se desenvolvem frente ao sexo masculino, ou seja: como elas conversam com os homens (desde os gestos e sinais) se torna crucial para eles. "Quando sua atitude é muito direta e elas passam de insinuação a eloqüência sem motivo, pensamos estar frente a uma mulher relativamente fácil. Falar alto para chamar a atenção a todo o custo e rir exageradamente também são sinais disso", comenta Patrício, 47 anos. "Eu identifico as mulheres fáceis quando sem explicação elas começam a falar de homens, sexo, e coisas que não tem a ver com o que está sendo dito na hora. Dizem coisas assim sem nenhum motivo para tal atitude", completa Nicolas, 23 anos.
Procuram ter muito contato físico:
Quando o contato corporal está evidente desde o início da paquera, se pode, sem dúvida, imaginar que ela quer algo mais e, além disso, o quão entregue ela estará posteriormente. "Quando ela começa a tocar a sua perna e seu braço constantemente de maneira dissimulada, sem que você tenha feito nenhuma insinuação... acaba passando a idéia de que ela está se oferecendo", pensa José, de 29 anos.
Deixam que as evidências entregam:
Sem dúvida existem coisas concretas que elas podem fazer que serão consideradas atitudes de mulheres fáceis. "Quando te chamam muito, te oferecem uma bebida na balada sem te conhecer ou quando te pedem o telefone antes que você pense em dar são fatos marcantes", assinalam Juan, 34, Dante, 32 e Matias, 34.
Tomam iniciativa exagerada:
Para os homens, uma coisa é ser ousada, mas liberal; outra é ser sempre uma mulher que eles esperam que seja apenas nos momentos de intimidade. "Quando ela te procura sem que você tenha feito isso antes, seja convidando ou te chamando mesmo para sair, é claro que ela quer algo com você. Porém, o que parece "fácil" pode se tornar numa dificuldade quando você tentar levá-la para a cama", conta Nicolas, 30 anos.

Friday, December 22, 2006

Tecnologia do Telefone...




















Antigamente so ricos , mais conhecidos como "Barãos" tinham telefone em casa... com o passar do tempo a tecnologia fez com que telefone fosse uma coisa moderna que muitos poderiam ter..
Mas , mesmo assim para ter uma linha telefonica tinha sorteio para as pessoas , o fato que muitos queriam falar no telefone fora de casa , quando resolveram lançar o famoso "telefone celular" , que foi criando fronteiras... a idéia era de poder falar com telefone na rua , ou caso ocorresse alguma emergência a pessoa poder corrensponder com o seu celular..
As empresas sempre lançavam novos aparelhos celulares , pela concorrencia , o problema era que nem todo mundo poderia pagar a conta , quando lançaram o celular "pré-pago" só usa quando tem credito , é um fator que fez com quem qualquer um poder ter um celular. Com a tecnologia empresas foram criando soluções para o celular , não apenas fazer ligações , mais coisas para se distrair como por exemplo jogos , camera para tirar foto , filmadora , musicas e etc.

Maquinha de lavar fashion





















Um luxo só !!!!! O designer sul coreano Andre Kim atacou agora na área de eletrodomésticos e eis que surgiu essa nova máquina de lavar roupas da Samsung. Muito chique, cheia de detalhes, bem "asian style"

Anel pra MAXO













Se você é macho demais pra sair por aí de anel. Chegou o anel certo pra homem, feito de aço e concreto. Anel de macho.

MP3 Player Estilo Chocolate da LG





















A LG aposta todas as suas fichas no design do celular Chocolate, e apresenta o MP3 player UP3Flat, com capacidade de 512 MB, 1 e 2 GB, gravador de voz e conector USB slide-out integrado. Seu tamanho é parecido com o iPod Shuffle de primeira geração, e ele toca arquivos MP3, Ogg e WMA.O UP3Flat tem botões de controles de volume sensíveis ao toque, como os do Chocolate, além de cinco botões na lateral. Além do UP3Flat, a LG apresentou o UP3Sharp, com tela OLED e 2 GB de capacidade. Ainda não temos informações de preço e disponibilidade.Via Gizmologia. Texto retirado direto do Digital Drops
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Designer vai ganhar carteirinha?

Designer vai ganhar carteirinha. O que isso significa?22 de dezembro de 2006, 2:01
Se a profissão de designer for regulamentada, surgirão questões trabalhistas e de mercado muito grandes. Enquanto isso, a melhor carteira do designer é o seu portfolio e sua ética.
Por Claudio Martins
Há poucos dias atrás a ADG, Associação dos Designers Gráficos, resolveu que em 2007 seus associados terão uma carteira de identificação. Teremos enfim uma identificação? Qual será o propósito real? E até onde esta identificação poderá defender nossos interesses e os do próprio cliente?
A ADG se esforça, e muito. São 17 anos de existência. Ninguém fez mais que ela: de bienais a representações junto ao nossos políticos. Mas falta muito, inclusive conscientização do próprio designer e do cliente.
A falta de um melhor reconhecimento da profissão de designer se deve à massificação em torno do que é ser um designer, à falta de organização da própria classe e a facilidade oferecida ao usuário pelas ferramentas de “desktop publishing”.
Todo mundo tem cérebro e criatividade e hoje todo mundo é “designer”. Hair design, food designer, sound designer. Pensando bem, eles estão fazendo design, sim. Estão projetando, criando e trasformando algo em alguma coisa. No começo do século o livro Prison Notebooks , do marxista italiano Antonio Gramsci, previu que uma nova sociedade iria emergir. Uma sociedade “organicamente inteligente”. Essa sociedade usaria seus próprios recursos, habilidades e práticas, para produzir tudo de forma independente. E ainda: passar suas experiência para outros grupos. Disseminar.
Pensando dessa forma poderíamos afirmar que qualquer um é designer: eu decido que roupas vou usar, como vou decorar minha casa, eu faço o meu vídeo (youtube), eu faço meu cartão de visita ou meu logo. O design deixa de ser uma profissão ou uma disciplina e vira uma função social?
Design virou moda? Design é uma ciência físico-quântica-mecânica? É preciso transformar o design em um bicho de sete-cabeças e com um diploma da Pratt, do Art Center embaixo do braço, ou do ESDI, ou da PUC para bater no peito e bradar aos céus: “Sou um designer!”?
Sim e não. Imagine centenas de anos atrás com as nossas antigas disciplinas. As universidades começaram a surgir e as profissões já existiam. Sempre irá existir essas divergências em relação a formados, não-formados, e os “organicamente inteligentes”. A nossa profissão é recente. Não tem nem um século. Será que uma regulamentação me torna melhor? E o cliente quem ele vai escolher? E o empregador?
Mas essa história é velha. Todo mundo já conhece. Caso um dia a nossa profissão seja regulamentada, como serão os critérios de quem não possui formação? E de quem já possui, mas não tem experiência? Uma prova? Ou simplesmente daremos entrada a um CRD (Conselho Regional de Designers) de nosso estado, com o diploma? E quem não tiver? Dá pra entender a questão? É bem maior que se imagina. Envolve reformas trabalhistas. Envolve qualidade. São fatores complexos. A carterinha é bem-vinda. Mas enquanto o sexto projeto de lei (mais um) que regulariza a profissão, espera sua aprovação… a melhor carteira do designer é o seu portfolio e sua ética. Esse é o diferencial. [Webinsider]

NOVAS MANIAS CAUSADAS PELA WEB...

Perdão pelo perdão então, porque nós também vamos copiar essa matéria que saiu no Know or Never.
Perdão a imitação, mas eu vou ter que copiar essa matéria. Ela saiu hoje no UOL, e fala sobre as novas doenças e manias da Internet... aí vai:"A Internet deu origem a uma variedade de doenças e vícios modernos, revela a revista científica britânica "New Scientist" em sua edição de Natal, que será publicada neste sábado. Confira a lista das principais:· Ego-navegação: quando você checa seu nome e informações na internet com freqüência em busca do número de ocorrências.· Indiscrição blogueira: revelar na internet segredos de informação pessoal que para o bem de todos seria melhor manter em caráter privado.· Blackberrymania: a maldição do executivo moderno, não conseguir parar de checar o blackBerry, mesmo no funeral da avó. O blackberry é um popular aparelho que pode ser usado para tirar fotos, telefonar, enviar e-mails e navegar na internet.· Espionagem em buscadores: define-se como o ato de "espionar na internet antigos amigos, colegas e namorados".· Cibercondria: se você está com dor de cabeça e uma erupção diferente ao mesmo tempo? Uma exaustiva pesquisa on-line diz que você pode estar com câncer.· Fotobisbilhotice: ato de vasculhar o álbum de fotos de alguém que nunca viu na vida.· Wikipedimania: excessiva dedicação a contribuir com a enciclopédia online colaborativa Wikipédia. A Wikipédia tem inclusive uma página onde o usuário pode verificar se já está viciado: (link).· Chicletepod: baixar uma canção "tão chiclete que seria possível envolvê-la em plástico e vendê-la numa loja de conveniência". As vítimas desta síndrome são especialmente vulneráveis aos maiores sucessos do soft-rock dos anos 1970." - Fonte: UOL Tecnologia, 20/12/06.